sexta-feira, 17 de julho de 2015

A RELAÇÃO PSICOTERAPÊUTICA DE AJUDA


Muitas pessoas me perguntam o que é e para que serve a psicoterapia. Sempre respondo de forma simples e direta.
Resumindo é um processo (como o abaixo), para uns mais longo, para outros menos longo, de se encontrar, reencontrar, de autoconhecimento e quando nos conhecemos podemos lidar melhor com nossas dores , sofrimentos e até mesmos nossas alegrias.

AUTOBIOGRAFIA EM 05 CAPÍTULOS


1) Ando pela rua . Há um buraco fundo na calçada. Eu caio. Estou perdido...sem esperança. Não é culpa minha. Levo muito tempo para encontrar a saída.
2) Ando pela mesma rua, há um buraco fundo na calçada, mas finjo não vê-lo. Caio nele de novo. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar. Mas não é culpa minha. Ainda sim levo um tempo para sair.
3) Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Vejo que ele está ali. Ainda assim caio....é um hábito. Meus olhos se abrem, sei onde estou. É minha culpa. Saio imediatamente.
4) Ano pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Dou a volta
5) Ando por outra rua.
de Sogyal Rinpoche.


Conceito de Ajuda - Nossa cultura costuma emprestar ao termo ajuda um sentido bastante pejorativo, gerando em todos nós um certo repúdio à simples ideia de pedir ajuda. Seria como se a pessoa que recorre a este pedido fosse incapaz de resolver seus próprios problemas. Uma atitude de fraco!
Todos nós mantemos, entretanto, alguma forma de relação de ajuda para os nossos problemas pessoais. Falamos com o amigo de infância, com um colega, mãe, pai , avó, etc...
É  na relação de ajuda que as experiências humanas se encontram e são trocadas, onde caminhos são descobertos e decisões são tomadas.
O que diferencia esta relação de ajuda entre os amigos, colegas, tios, avós, etc.. e a relação terapêutica de ajuda é a capacitação do psicoterapeuta, onde o mesmo capacita o paciente a reconhecer, sentir, saber e escolher se deve mudar. Neste caso o paciente é o centro desta relação, ele é o mais importante, não há julgamentos e sim direcionamento através do que o paciente trás.
No outro caso é algo importante, muito importante e que deva acontecer, porém o ouvinte tenta dar conselhos, tenta ajudar, tomando como base suas experiências, o que deu certo consigo.
E o que é bom para um , às vezes, não o é para o outro.



Por Célia A. Lima Ribeiro


sexta-feira, 2 de maio de 2014

AINDA SOBRE A DEPRESSÃO


Não basta apenas conhecer os sintomas da depressão, há que se tentar junto com o paciente encontrar uma saída.

Em meus anos de atendimento à pacientes com depressão percebi que esta doença é uma das mais incapacitantes, dolorosas e mais lentas, por este motivo o processo de terapia é tão demorado.

A depressão é a falta de saída, de energia, de esperança, o mundo fica cinza, não há mais cor na vida. Tudo que antes tinha significado fica perdido.

No primeiro momento, na primeira consulta o paciente deve ser ouvido, caso este não consiga falar, deve-se  tentar direcionar o paciente para facilitar algo que é difícil – a primeira vez na frente do psicólogo (um estranho) que saberá sobre coisas muito íntimas de sua vida. Mas isto acontecerá aos poucos.

Por experiência uso a linha cognitiva que mostra sobre a maneira de pensar do paciente, a qual pode haver fatos distorcidos da realidade, tentando abreviar seu sofrimento.

Aprendemos desde pequenos a pensar de maneiras como pensam os que nos rodeiam e às vezes não nos damos conta de que estes pensamentos foram aprendidos e não são nossos.

Não quero aqui dizer que este método é uma maneira de mudar pensamentos; mas sim uma maneira de fazer o paciente refletir, pensar a sua vida de maneira mais verdadeira.

E depois quando o paciente estiver mais fortalecido poderemos usar a linha psicanalítica para aprofundarmos mais nas questões conflitantes.

É um processo e, portanto devemos ter paciência e persistir, pois o desânimo leva ao abandono da terapia e em muitos casos há necessidade de um tratamento medicamentoso junto com tratamento psicoterápico e apoio familiar.

 Por Célia Alves de Lima Ribeiro

 

 

 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O QUE QUEREMOS?


 A resposta para esta pergunta é obvia, mas não paramos, às vezes, para pensar por vários motivos.
Há quem responda : - quero muito dinheiro, quero o carro do ano, quero ter joias, sapatos, etc.

 Muitos tentam TER ao invés de SER. Tentam ter coisas materiais para preencher o vazio do SER. Acumulam bens e riquezas, mas no fundo a única coisa que querem é preencher este vazio o qual será preenchido por algum tempo, mas depois será necessário mais e mais , numa corrida compensatória que não cessará enquanto não se conseguir refletir e elaborar o que está acontecendo.

 Quando nascemos o que somos é construído através do olhar do outro e o primeiro olhar é o da mãe, somos banhados pelo seu amor e a partir disto vamos em busca deste amor, o amor primitivo. Se o tivermos da maneira satisfatória aos nossos olhos seremos um pouco mais felizes, se não o tivermos da maneira satisfatória, a nossa busca será a busca constante do amor.

 Esta busca poderá ser de várias formas, formas sadias e formas não tão sadias e uma delas é através do TER.

 Então vocês podem estar se perguntando: "Vou procurar a vida toda pelo amor primitivo"?
Eu respondo com outra pergunta: Qual é o melhor amor que tivemos em nossas vidas?

 Queremos desde que nascemos o AMOR primitivo. É através deste amor que vamos em busca de outros amores.

 Para refletir...
 
 
Por Célia A. Lima Ribeiro

terça-feira, 25 de junho de 2013

O FIM DO RELACIONAMENTO AMOROSO


O fim do relacionamento amoroso é algo doloroso que quase todo ser humano já passou e todos nós nesta vida já perdemos algo desde que nascemos. É lógico que ganhamos também, mas estamos aqui falando de perdas. Já perdemos, ao nascer, o ambiente seguro, útero, e vamos através desta perda enfrentando a vida, aprendendo e reaprendendo.

A forma como cada pessoa vai enfrentar este acontecimento vai depender de como lida com sua vida emocional e seus afetos: de forma dependente, independente, com ansiedade, sem ansiedade, etc...

É normal que haja um luto, pois o relacionamento amoroso fornece energia e entusiasmo para enfrentar a vida. Quando é sentido de maneira saudável, dá um colorido diferente a mesma. Porém precisamos saber que não existem garantias, todo amor é um contrato de risco.

Quando se gosta de alguém a tendência é de ficarmos vulneráveis.

*Investimos neste amor tudo que há de bom e partes ruins de nós; uma parte que é nossa fica no outro.

Quando acontece o fim do relacionamento, ficamos sem a parte que investimos no outro. Daí um sofrimento enorme, pois algo (que é nosso) nos falta. Por isso é importante sim que se passe pelo Luto, vamos precisar aos poucos voltar a investir em nós mesmos para podermos amar de novo outra pessoa.

Cada pessoa vai passar por este sofrimento de maneiras diferente, há quem conseguirá sair com amigos, ir a festas, fazer atividades físicas etc...,mesmo sofrendo, outras não.

Devemos respeitar o tempo de luto das pessoas, mas para quem já está ou pretende iniciar uma terapia, terá melhores instrumentos para lidar com este sofrimento, pois se autoconhecendo, a pessoa terá mais meios para lidar com o que investiu no outro, recuperando para si estes investimentos.

 

Por Célia Alves de Lima Ribeiro – *trecho disponível em: www.helpsaude.com.br, (blog) Como lidar de forma saudável com o fim de um relacionamento?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

DISFUNÇÕES SEXUAIS

Disfunção erétil
Quando procurar uma terapia ou terapeuta sexual?
Deve-se antes ter  procurado um médico (urologista, neurologista, endocrinologista, ginecologista) para confirmar que o problema não é orgânico.
Muitas doenças físicas e drogas podem reduzir o interesse sexual e causar impotência.
Não sendo orgânico, o problema pode ser de ordem psicológica e/ou conflitos de relacionamento com a parceira. Ainda em nossos tempos  o sexo é considerado tabu, muitos homens e mulheres não possuem uma comunicação aberta sobre seus desejos e vontades, ficam com vergonha e medo de que se informarem ao parceiro do que e como gostam, vão ser rejeitados.
 Muitos homens passam algum tempo sofrendo desta disfunção, até resolver procurar ajuda, o que sabemos que nem sempre é fácil para o homem dizer: “Sou impotente”, mas na maioria das vezes o homem não é impotente, está impotente, por múltiplas razões que necessitam ser investigadas.
Os sentimentos mais comuns são de humilhação, angustia e ansiedade e evitação do ato sexual.
A ansiedade a respeito da realização do ato sexual, um ambiente tenso, a antecipação do fracasso, sentimento de culpa, pensar demais no prazer do outro, são , geralmente, as causas imediatas e específicas das disfunções sexuais, mas os problemas podem ter estruturas mais profundas , o que deve ser analisado nas sessões de psicoterapia.
Tratamento
O tratamento pode ser individual ou em conjunto com a parceira e consiste em exercícios prescritos para diminuição dos sintomas, e  terapia mais profunda caso os exercícios não diminua os sintomas.
Procura-se diminuir a pressão que produz ansiedade no paciente, tentando conseguir respostas fisiológicas que estão fora de seu controle. Para isso é importante que o paciente faça os exercícios, tendo em mente que a responsabilidade pelo bom andamento do tratamento também é sua.
Pedir ajuda a parceira para que esta colabore com os exercícios, pois a cooperação da mesma e uma comunicação mais aberta/franca  entre os parceiros  é de grande importância para que o tratamento possa ter um bom andamento.
Por Célia Alves de Lima Ribeiro
 
 
 
 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Abuso sexual Infantil: Culpabilização da vítima

"O crime mais angustiante se torna aquele que destrói uma consciência, transformando em ‘assassinato psíquico, como dissemos, quando se trata de uma criança”. (VIGARELLO, 1998)
 
A vítima de abuso infantil se sente culpada pelo abuso sofrido e para responder o por que, é necessário remontar a história das sociedades antigas e medievais para saber como era tratada a criança.
Deparamo-nos com uma infância que não tinha tanta importância devido a sua perda precoce, tanto pela morte como pela mistura muito cedo ao mundo adulto; a criança estava sujeita a toda sorte de violências, incluindo violência doméstica, negligências e abusos sexuais praticados pelas próprias famílias.
O problema é antigo!
Em nome dos bons costumes, os pais que são os maiores responsáveis e figura de maior autoridade na educação dos filhos, passam a fazer cada vez mais o uso de seu autoritarismo ao invés de sua autoridade, fazendo com que mais uma vez a criança não tenha nenhum poder de contestação, gerando em alguns lares a violência contra crianças. Sendo a família o lugar onde a criança aprende a amar, aprende os valores sociais e as regras morais, ela também aprende a odiar e quem apanha, também aprende a bater. É um ciclo que começa na infância e pode se estender à idade adulta.
É uma violência contra a criança que remonta a antiguidade e se reproduz nas épocas contemporâneas.
Abuso é um termo usado para definir uma forma de maus tratos de crianças e adolescentes com violência física e psicológica associada. É um ato repetitivo e intencional e sendo repetitivo nos leva a pensar que o abuso é mais praticado por familiares.
Abuso sexual – contato entre um adulto e criança ou adolescente sob forma de coerção física e psicológica, onde um exerce mais poder (adulto) que o outro (criança ou adolescente). A criança é usada para satisfazer os desejos do atacante como se fosse um objeto, uma coisa. A forma de ataque pode ser pela coerção física e psicológica através de abusos verbais (discussão sobre atos sexuais), exibicionismo (exibição dos órgãos genitais), voyeurismo, pornografia infantil e exploração sexual.
Para vítima só resta o silêncio por sentir-se culpada e não acreditada. Há um misto de sentimento de raiva e amor, pois em muitos casos o abusador é o pai ou padrasto e a criança não entende o que está acontecendo com ela, mas sente que algo está errado; não entende por que este ato em relação a ela é totalmente contraditório a sua fase de desenvolvimento.
Na maioria dos casos a denuncia quebra este pacto de silêncio, mas devido à coerção física e psicológica através de ameaças por parte do abusador, por medo e pelo medo da humilhação ou medo de desfazer a família, a vítima demora a denunciar, ficando a mercê do abusador por até quatro, cinco anos. E dentro deste contexto de humilhação e sedução pode ocorrer uma assimilação de valores desfigurados a respeito do ser humano. A vítima pode futuramente, caso não haja tratamento adequado, mudar de papel – de vítima, passar a ser o agressor.
Forma-se assim um ciclo de violência e abuso que historicamente sabemos que é de valor cultural, econômico, social de características individuais tanto do abusador quanto da vítima. São vários fatores, não podendo ser a atribuição da violência apenas um fator.
Intervenção clínica e tratamento
A intervenção, nestes casos, cabe a vítima e também a família, pois desconhecer as relações sociais da vítima gera perda de informações.
Cada caso deve ser escutado e analisado, deve-se tentar fazer uma intervenção coerente.
É importante que se faça um atendimento multidisciplinar, o qual envolva tratamento médico no sentido de amenizar os sintomas físicos, decorrentes do trauma; tratamento social – para convivência junto à sociedade; e psicológico para uma maior elaboração e entendimento do que aconteceu com a vítima. Enfim uma abordagem psicossocial.
O atendimento psicológico serve para que a mesma fale de seus sentimentos de revolta, de vergonha, fale sobre o misto de amor e ódio nutrido pelo agressor, sentimento este que não é de fácil entendimento para vítima. Como entender que quem deveria proteger, machuca?
É um trabalho longo do terapeuta onde vai haver resistências, boicotes principalmente dos pais, pois a maioria gostaria de esquecer o que aconteceu e voltar ao normal.
O que aprendemos no seio familiar é uma construção da sociedade, passado de geração em geração e isto nos faz achar que alguns eventos que acontecem dentro da família são acontecimentos naturais e violência não pode ser o natural de uma família.
Aprendemos que a infância é uma passagem da vida maravilhosa, cheia de encantos e fantasias, mas remontando à história desta fase tão importante, nos deparamos com uma fase cheia de medos, dúvidas, submissão, descobrimentos, ansiedade e conflitos próprios.
Caberia ao adulto amenizar esta conturbada fase, fazendo com que realmente esta seja uma fase encantada.
Por este motivo deve-se, também,  ter um olhar analítico de orientação para o adulto, no sentido de ajudá-lo a enfrentar seus conflitos, pois este adulto foi criança um dia e pode ainda existir uma criança com medo e assustada em algum lugar.
 
 
Por Célia Alves de Lima Ribeiro

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

SERIA O MOTIVO DA MOTIVAÇÃO?


"Pode quem pensa que, pode"...
 
O dicionário Aurélio diz: Motivação é o conjunto de fatores, os quais agem entre si, e determinam a conduta de um indivíduo.
É acreditando neste conjunto de fatores que existe dentro de cada um de nós e que faz com que determinemos nosso jeito de ser e estar na vida que conseguimos alcançar aquilo que desejamos.
Todo ser humano é capaz, desde que, acredite em seu potencial, desde que ajudado por outro ser humano, desde que compreendido em suas dificuldades e aceitando suas limitações.
Acreditando no ser humano que você é, faço esta reflexão que fala de coisas que são capazes de fazê-lo chegar dentro de si e encontrar sua motivação para conquistar o que já existe em você! Todos têm potencialidades.
"Somos o que buscamos ser"...se queremos de verdade e acreditamos, encontramos um equilíbrio.
Para procurar o que se é, precisamos estar motivados a isso, encontrar em nós mesmos a vontade e a esperança, a crença e a determinação em SER.
Somos tantas coisas e não nos damos conta disso. Você já parou um minuto para refletir sobre as suas conquistas?
Lembra-se quantas coisas teve que perder para chegar onde está hoje? E o esforço feito até aqui, valeu a pena, não é mesmo?
Quando paramos para pensar em nós mesmos, conflitos emergem, parece que os caminhos que seguimos sempre são turvos e cheio de complicações, mas se assim o são, ou se apresentam é porque colocamos nossos pensamentos nesta direção.
A proposta é: Descomplicar!
Compreender melhor o que se pensa e se possível mudar nosso pensamento, isso é absolutamente possível, afinal o impossível foi inventado para que o tornássemos possível.
Estar equilibrado é estar no meio, nem tanto para lá, nem tanto para cá. Só encontramos o equilíbrio quando conseguimos nos manter no meio da situação.
Um equilibrista sabe que seu ponto de equilíbrio é o meio do pé. Todos nós somos equilibristas, sabemos conduzir a vida pelo meio. A responsabilidade é algo que nos é cobrada, e mesmo a responsabilidade pode ser tratada com equilíbrio. Nada na vida encontramos pronto. Tudo, temos que construir, se queremos viajar, mesmo que seja só no pensamento, devemos construir nossa viagem. “O pensamento parece uma coisa a toa, mas como é que a gente voa, quando começa pensar”, como diz na canção.
Transformar as coisas que vivemos em algo que seja bom para nós e é incrível quanta coisa se pode fazer a partir de nosso pensamento. Para ter amigos temos que buscar equilibristas como nós. Para termos um emprego, precisamos nos equilibrar como um equilibrista.
Muitas vezes as pessoas não podem nos ouvir, pensam que viver em equilíbrio é algo distante da realidade, por isso somos diferentes e as vezes nos sentimos sozinhos. O segredo é: "Equilibrar-se dentro do possível"...
Quando se pergunta a alguém: "Tudo bem?"
As respostas são: "Muito mal. Meu trabalho está estressante." Ou ainda "Muito bem. Tive aumento de salário."... Daí concluímos que quem vai mal ou vai bem são o trabalho, o aumento de salário que está relacionado com o trabalho, mas e as pessoas, como estão as pessoas?
É engraçado quando ouvimos: "Vou mal. Estou com muitos “grilos” na cabeça." Ou ainda "Vou bem. Hoje pela primeira vez, eu verdadeiramente vi um arco-íris."
Parece estranho, mas essas segundas pessoas falam delas mesmas.
As vezes caímos na vida e quando caímos queremos logo saber onde está o chão. Precisamos de chão, de algo concreto que nos apóie e saber que esse chão reside dentro de cada um de nós é o espetáculo maior de estar equilibrado. Poder dizer: "Olhe! Meu chão fui eu mesmo que fiz!"
Aprendemos a nos equilibrar com o tempo. Essa aprendizagem é interessante, saber que por si se fez o que podia. Vale a pena, vale muito a pena.
Para finalizar, é importante ressaltar, que na vida cada um acha o que quer. O convite feito a você que lê este escrito, é que encontre em você o equilíbrio para viver bem, tranquilo, centrado, sereno, calmo e sempre muito motivado a continuar de onde parou.
Seguir em frente é estar em movimento, é estar motivado, é ter motivo...
 
Por Márcia Chicareli Costa